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| ALAGOAS |
Localização
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LOCALIZAÇÃO:
o Alagoas, estado brasileiro, fica no leste da região Nordeste
FRONTEIRAS: Leste = Oceano Atlântico
DIVISAS: Norte e Noroeste = Pernambuco; Sul = Sergipe; Sudoeste
= Bahia
ÁREA (km²): 27.933,1
RELEVO: planície litorânea, planalto a N e depressão
no centro - o relevo é modesto, em geral abaixo dos 300m
RIOS PRINCIPAIS: São Francisco, Mundaú, Paraíba
do Meio
VEGETAÇÃO: floresta tropical, mangues litorâneos
e caatinga
CLIMA: tropical
MUNICÍPIOS (número): 102 (1996)
CIDADES MAIS POPULOSAS (hab.): Maceió (703.096), Arapiraca
(177.957), Palmeira dos Índios (69.541), União dos
Palmares (59.021), Penedo (57.943), Rio Largo (56.976), Delmiro
Gouveia (45.709)
HORA LOCAL (em relação a Brasília): a mesma
HABITANTE: alagoano
POPULAÇÃO: 2.822.621 (2000)
DENSIDADE: 101,04 habitantes p/K2
ANALFABETISMO: 31,8% (2000)
MORTALIDADE INFANTIL: 63
CAPITAL: Maceió, fundada em: 16/09/1815
HABITANTE DA CAPITAL: maceioense
A economia se baseia na indústria (química, açúcar
e álcool, cimento e alimentícia), agricultura, pecuária
e extração de sal-gema, gás natural e petróleo.
No início do século 16 a região foi invadida
pelos franceses. Porém, em 1535, Duarte Coelho, donatário
da capitania de Pernambuco, retomou o controle da área
para os portugueses. Coelho ainda incentivou o plantio da cana
e a construção de engenhos.
No século 17 os holandeses ocuparam a área de onde
só saíram em 1645. Data também do século
17 a formação do Quilombo dos Palmares, constituído
por escravos fugitivos e destruído em 1690. Em 1817 Alagoas
tornou-se independente da capitania de Pernambuco.
Durante o Império, movimentos como a Confederação
do Equador e a Cabanada aí tiveram lugar. Em 1839 a sede
do governo foi transferida da antiga cidade de Alagoas (hoje Marechal
Deodoro) para Maceió.
Fontes:
Governo do Estado
de Alagoas / IBGE
/ República
Federativa do Brasil
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Turismo
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Com
a implantação do PRODETUR, o Estado se prepara para
ser transformado, efetivamente, em um dos maiores destinos turísticos
do Brasil.
Por inúmeras razões históricas e culturais, o
povo alagoano carrega o pesar de uma baixa auto-estima no decorrer
de sua formação. No entanto, é fato consolidado
que as belezas naturais ao longo do litoral de Alagoas se firmam como
um dos muitos motivos de orgulho para seus cidadãos. Se nos
anos 70 a economia local sinalizava com bons indicadores devido ao
"milagre brasileiro" e à criação do
Proálcool, as duas décadas seguintes viram o Estado
mergulhar numa crise sem precedentes, que aumentou a desigualdade
social e emperrou seu desenvolvimento. O atraso na mentalidade das
forças político-econômicas se comprovou no descaso
em conceber projetos mais eficazes para consolidar Alagoas como um
dos maiores destinos turísticos do País. Final potencial
é o que não falta e as conseqüências seriam
notoriamente positivas para seu crescimento, assim como para a melhoria
da qualidade de vida de seus habitantes.
Mesmo com a economia nacional em constante crise, o mercado do turismo
movimenta milhões de reais por ano em todo o País. Os
visitantes chegam dispostos a consumir não somente as qualidades
natuarais, como também a arte, a gastronomia, a história
e a cultura. Isso significa aumento de receita e renda para os municípios,
para o Estado, além da injeção e circulação
de capital para os demais setores da economia do destino desejado.
Disposto a reverter
o quadro de abandono e escassez de diretrizes voltadas a ocasionar
o estímulo do turismo local, o Governo do Estado vem implementando
as ações do PRODETUR - Projeto de Desenvolvimento
de Turismo em Alagoas, o mais completo levantamento feito como o
intuito de destacar as potencialidades do Litoral Norte do Estado,
abrangendo onze cidades, de Maceió até Maragogi.
O Prodetur foi criado em meados da década de 90, a partir
de uma idéia original, entre os governos de Alagoas e Pernambuco,
que visava a criação de um pólo turísticos
na faixa litorânea entre os dois Estados, então chamado
Costa Dourada.
O Projeto foi apresentado ao BNB - Banco do Nordeste do Brasil -,
que reelaborou, sugerindo que todos os Estados do Nordeste enviassem
suas macro-estratégias na área de turismo, afim de
ampliá-lo para um caráter regional, independente do
conjunto de ações propostas. A partir daí,
o BNB formatou o projeto, já batizado de PRODETUR, e o enviou
para o BID Banco Interamericano de Desenvolvimento - que forneceu
a primeira parte dos recursos em forma de um empréstimo em
longo prazo, em torno de 25 anos de pagamento.
Fonte: O Canal do Turismo de Maceiópop.net (link)
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