Seja Bem-Vindo | Domingo, 5 de setembro de 2010
 
OEB Institucional
Quem Somos
Localização
Planejamento
Dirigentes
Brasão
OEB TV
Conheça o Brasil
Links Recomendados
OEB Blogs
Prêmio Nobel de Economia
OEB Associados
Atualização Cadastral
OEB Gifts
OEB Empregos
AB GAP
Descontos para Associados
Cadastro Pessoa Física
Benefícios para P.Física
Cadastro Pessoa Jurídica
Universidades
Faculdades
Benefícios para P.Juridica
OEB Cursos | Seminários
Curso de Curta Duração
Pós Graduação e MBA
Preparatório PROANPEC
Seminário Internacional
OEB e CORECONs
Entenda as diferenças entre a OEB e os CORECONs
OEB Governança
Estatuto
Resolução
OEB e Fecomercio
ICVM
ISE
 
Patrocinador Ouro


Apoio Institucional

 

 

Conheça o Brasil


ESPÍRITO SANTO

Localização

LOCALIZAÇÃO: Espírito Santo, estado brasileiro, fica na porção oriental da região Sudeste.
FRONTEIRAS: Norte = Bahia; Sul = Rio de Janeiro; Leste = Oceano Atlântico; Oeste = Minas Gerais.
ÁREA (km²): 46.184,1
RELEVO: baixada litorânea (40% do território) e serras (interior)
RIOS PRINCIPAIS: Doce, São Mateus, Itaúnas, Itapemirim, Jucu, Mucuri, Itabapoana


VEGETAÇÃO: floresta tropical, vegetação litorânea.

CLIMA: tropical úmido

MUNICÍPIOS (número): 77 (1996)

CIDADES MAIS POPULOSAS: Vitória, Vila Velha, Cariacica, Serra, Cachoeiro do Itapemirim

HORA LOCAL (em relação a Brasília): a mesma

HABITANTE: espírito-santense ou capixaba

POPULAÇÃO: 3.097.232 (2000)

DENSIDADE: 67,06 habitantes p/km2

ANALFABETISMO: 17,3% (2000)

MORTALIDADE INFANTIL: 28 óbitos antes de completar um ano de idade, para cada mil crianças nascidas vivas.

CAPITAL: Vitória, fundada em: 8/9/1551.
A capital abriga um dos mais importantes portos do país, por onde é escoada grande parte da carga de minérios exportada, oriunda dos estados de Minas Gerais e do Pará.

HABITANTE DA CAPITAL: vitoriense

A composição da economia do estado baseia-se primordialmente na agricultura e na indústria, embora seja significativa a extração mineral, especialmente das reservas de petróleo, gás natural e calcário. Na produção agrícola, destacam-se as lavouras de café, milho, feijão, arroz, abacaxi, banana, mandioca e cacau. Na criação pecuária, o rebanho bovino chega a 1,9 milhão de cabeças. Existem ainda 450 mil suínos e 5 milhões de aves entre as principais criações de animais do estado. Na indústria destacam-se os setores químico, alimentício, madeireiro, metalúrgico e de mineração.
O estado produz um bilhão de kwh de energia em suas usinas hidrelétricas, tendo consumido 4,5 bilhões de kwh no período de julho de 1993 a junho de 1994.

O estado do Espírito Santo originou-se da criação de uma capitania - Capitanias eram extensas glebas de terra doadas pela Coroa de Portugal a membros da pequena nobreza, a fim de repassar para a iniciativa privada a tarefa e os custos de promover a colonização. O sistema de capitanias hereditárias foi implantado entre 1534 e 1536. A colônia foi inicialmente dividida em 15 capitanias (faixas de terra com 50 léguas de largura) que se estendiam do litoral até os limites do Tratado de Tordesilhas (assinado entre Portugal e Espanha, com a intermediação do papa, em 7 de junho de 1484, estabelecendo que todas as terras situadas a leste de uma linha imaginária traçada a 370 léguas a oeste do arquipélago de Cabo Verde, na África, pertenciam a Portugal, enquanto as terras situadas a oeste dessa linha pertenciam à Espanha). Foram doadas a 12 capitães donatários. Mais tarde, foram criadas novas capitanias - doada a Vasco Fernandes Coutinho, fidalgo português que aportou na região a 23 de maio de 1535.

Tratava-se de um domingo do Espírito Santo, razão pela qual a capitania recebeu esse nome. Os indígenas que habitavam a região apresentaram muita resistência ao processo colonizatório, recuando para a floresta e iniciando, a partir de então, uma luta de guerrilhas contra os portugueses, que se prolongaria até meados do século seguinte.Além dos índios, os colonizadores tiveram ainda que enfrentar constantes incursões de piratas franceses, holandeses e ingleses na região.

A partir do século XVII, com a criação dos primeiros engenhos de açúcar, o interior do estado começou a ser povoado, desenvolvendo-se a atividade agrícola e o comércio. No início do século XVIII, porém, a economia local entrou em processo de estagnação e a capitania, até então subordinada à Bahia, foi reintegrada à Coroa. Em 1810 adquiriu plena autonomia, passando a ser administrada por um governador. Com a chegada de imigrantes suíços, alemães, holandeses e açorianos, a partir de 1823, a economia da região voltou a crescer.
Embora os fazendeiros tenham se arruinado com o fim da escravatura, em 1888, a grande corrente de imigração liderada por italianos, que se manteve de 1892 a 1896, fez crescer a cultura do café, saneando as finanças do estado e permitindo o seu desenvolvimento. Essa base agrícola histórica deu origem à denominação "capixaba", dada às pessoas originárias do estado do Espírito Santo, que, na língua indígena tupi, quer dizer terra "boa para a lavoura".
No decorrer do processo de imigração européia desencadeada no Brasil durante o século XIX, diversas comunidades alemãs foram criadas na região serrana do estado do Espírito Santo, dando origem a uma paisagem marcada por traços da cultura européia e à adoção de costumes típicos dos países daquela região.

Este é o caso do município de Domingos Martins, a 46 km de Vitória, nas barrancas do rio Jucu, muito utilizado para competições de canoagem, por seu relevo acidentado e repleto de pequenas cachoeiras. Nesse local, em 1847, foi fundada a colônia de Santa Isabel, primeiro povoado de colonização alemã no estado. Traços dessa colonização germânica podem também ser encontrados nos municípios de Paraju, Biriricas, São Miguel, Melgaço, Marechal Floriano e Santa Maria.

Todos os anos, em janeiro, tem lugar na região a Festa do Imigrante Alemão e, em fevereiro, a Festa do Chucrute, reunindo, ambas, grande quantidade de descendentes dos primeiros colonizadores.
Santa Leopoldina, situada 50 km a noroeste de Vitória, também se originou como um centro de colonização alemã no século XIX. Atualmente, o município tem 30 mil habitantes e sua principal atração é o Museu do Colono, que guarda material representativo da colonização alemã e eslava na região.

Imigrantes italianos também chegaram ao estado, instalando-se, em sua maioria, nos municípios de Aracê e Araguaia. Encontra-se em Aracê, a famosa rocha chamada Pedra Azul, de 1.822 metros de altura, onde também se encontra uma caverna, a gruta da Pedra Azul.

A região onde hoje se encontra o estado do Espírito Santo foi, no passado, terra de índios valentes e guerreiros, que lutaram violentamente contra os primeiros colonizadores, para manter o estilo de vida que conheciam e não se deixarem subjugar pelos europeus que pretendiam transformá-los em escravos. Atualmente, no entanto, a população indígena do estado ficou reduzida a um total de 884 habitantes, divididos em três grupos (Caieiras Velhas, Camboios e Pau Brasil), que ocupam área total de 4.492 hectares, já demarcada pelo governo federal, por intermédio da Fundação Nacional do Índio (FUNAI).

Fontes: IBGE / República Federativa do Brasil / Governo do Estado do Espírito Santo


Turismo

Uma riqueza merecedora de conhecimento, a história do Espírito Santo é valiosa e registra boas surpresas. Um passado glorioso, cheio de conquistas, personagens interessantes e curiosas construções, fez com que a configuração do Estado valorizasse seu antigo e conservado patrimônio. Nos 468 anos de história, as diversas fases marcadas por erros, acertos, derrotas e conquistas fizeram com que o Estado avançasse e chegasse a um novo século cheio de esperança.

A partir de 1535 a exploração foi iniciada por Vila Velha. Logo foram descobertos os encantos da baía. O grupo comandado por Vasco Fernandes Coutinho visitou as inexploradas ilhas na época, atravessou o Canal da Passagem e chegou ao maior pedaço de terra, atual Vitória, que logo foi escolhida a principal ilha do arquipélago. Para a ocupação foi apenas uma questão de tempo, muito trabalho, coragem, persistência e amor à nova terra descoberta.

Um Estado que faz a alegria de seus moradores, também tem boas condições de agradar aos visitantes. Em busca por oferecer qualidade de vida para os seus habitantes, o Espírito Santo convida ao conhecimento de seu passado, sem desprezar as vitórias de seus governantes. Desvendar às obras de um tempo marcado por conquistas, numa época cheia de dificuldades consiste em entender melhor o presente para planejar melhor o futuro.

Num momento em que o Turismo ganha força como atividade econômica, valorizar os turistas, que estão em busca de conhecimento e prazer e novos interesses, consiste em investir em desenvolvimento e na concretização da imagem junto ao país e ao mundo.

Os referenciais históricos estão por todo lado na Capital. Batizada de Vitória, a cidade evoluiu sem descuidar de sua memória. O interessante roteiro admirado pelo morador, certamente também será aprovado pelo turista mais atento. Em busca do novo, em tempos modernos, os visitantes se surpreenderão com a beleza do antigo e conservado patrimônio de todos.

Em Vitória, o primeiro desembarque dos portugueses se deu no atual Porto de Caieiras, na época Santo Antônio. Em Lisboa, o santo dos milagres. Em 1551 Vitória foi fundada, no dia 08 de setembro, data em que ocorreram grandes combates pela posse da ilha, entre portugueses e os índios.

Não há como ficar alheio ao imponente e majestoso Palácio Anchieta. O início de sua construção, em 1551, coincide com o início da vila, atual Vitória. O nome da construção, São Tiago, é o mesmo do santo padroeiro do dia da inauguração, 27 de julho de 1551. Junto com a igreja, foi construído o Colégio dos Jesuítas, e as primeiras casas e engenhos da vila. Em 1573, foi construída a nova igreja de São Tiago. Serviu em muitas épocas como residência dos presidentes do Espírito Santo. Na fachada lateral da esquerda, por muito tempo, ficou sepultado o padre José de Anchieta, local conhecido como Túmulo de Anchieta. Fica localizado na Cidade Alta e seu principal acesso é pela Escadaria Bárbara Lindenberg. Desde o século 18, o prédio é a sede do Governo do Estado do Espírito Santo. Recentemente reformado, é um belo atrativo turístico da Capital.

Belos prédios e igrejas antigas são comuns nas vias principais. Na Jerônimo Monteiro - ex-rua da Alfândega - chama a atenção o casario de contornos neoclássicos, art noveau e colonial. As igrejas e os conventos fascinam não apenas os mais religiosos, mas também aqueles turistas atentos aos detalhes.

O Teatro Carlos Gomes fica a poucos passos da velha Faculdade de Filosofia - a restaurada Fafi - e do Museu de Arte do Espírito Santo (MAES), imóveis edificados na mesma época e influência neoclássica. O teatro foi inaugurado em 1927, tendo sido concebido pelo arquiteto André Carloni, então contratado pela Prefeitura de Vitória para tocar a obra.

O Largo da Costa Pereira, arborizado e ajardinado em 1922, virou a Praça da Independência. A Costa Pereira era o coração da Ilha. Local dos encontros sociais, enquanto aguardavam as matinês, os homens rodavam de um lado e as mulheres de outro. Os olhares insinuantes não escondiam as intenções, num lugar que marcou várias gerações, e apresentou mudanças inevitáveis em função do crescimento da cidade.

Guardião

Mais à frente, o Penedo, guardião da baía de Vitória toma conta da ilha. O nome original da pedra era Pão de Açúcar, pois os portugueses a achavam parecida como um famoso pão de sua terra natal. Ele é que dá as boas-vindas, solene e majestoso, aos comandantes de navios e passageiros de diversas embarcações que se encantam com a entrada da cidade. A comparação entre Vitória e outras partes do mundo feita pelos responsáveis em levar as embarcações de país a país, cidade em cidade e continente a continente é inevitável. Os comandantes são unânimes ao destacar a beleza da baía de Vitória e sua incrível proximidade com as construções do Centro, beleza e harmonia.

Cais

A edificação dispunha de instalações para embarque e desembarque de passageiros, carga e descarga de hidroaviões (aeroplanos providos de flutuadores próprios para pousar na água). Santo Antônio foi escolhido para abrigar o Cais em função da calmaria de suas águas, a topografia do bairro contra o vento nordeste e a localização próxima ao Centro da Cidade.

Fonte: Governo do Espírito Santo
Ministério do Turismo - EMBRATUR

Links Interessantes:
Governo do Estado do Espírito Santo
Movimento Espírito Santo em Ação
Rotas do Espírito Santo
Espirito Santo Convention & Visitors Bureau

VOLTAR


 
   
 

Ordem dos Economistas do Brasil - Viaduto Nove de Julho, 26 | Utilidade Pública Estadual, Lei nro. 2145 de 16.6.1953 | Utilidade Pública Municipal, Decreto nro. 48.214 de 21.3.2007