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| RIO
GRANDE DO SUL |
Localização
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LOCALIZAÇÃO:
o Rio Grande do Sul, estado brasileiro, fica no extremo sul da
região Sul.
FRONTEIRAS: Norte = Santa Catarina; Sul = Uruguai; Leste = Oceano
Atlântico; Oeste = Argentina.
ÁREA (km²): 282.062
RELEVO: planície litorânea com restingas e areias,
planaltos a Oeste e Nordeste, depressões no centro.
Seu relevo apresenta três regiões naturais, que podem
ser facilmente identificadas: o planalto Serrano, o pampa e a
região lagunar. O planalto Serrano ocupa mais da metade
do território do estado, estendendo-se por toda a parte
setentrional em direção ao sudoeste. Na região
serrana, localizada a nordeste, encontram-se altitudes de 900
a 1.000 metros, chegando a apenas 100 metros no vale médio
do rio Uruguai. Na parte meridional apresenta escarpas de cuestas,
designadas pelo nome genérico de Coxilha Grande, que caem
para a depressão Central. Nessa parte do relevo do estado
podem ser encontradas extensas campinas e também regiões
de florestas, onde predominam as araucárias e a vegetação
da mata atlântica. O pampa gaúcho localiza-se na
parte centro-meridional do estado e corresponde a um planalto
de ondulações suaves, com altitudes inferiores a
500 metros. A região lagunar na costa atlântica apresenta
paisagem de praias com dunas e restingas, além de enorme
quantidade de lagunas, destacando-se entre as maiores, as lagoas
dos Patos, Mirim e Mangueira.
RIOS PRINCIPAIS: Uruguai, Taquari, Ijuí, Jacuí,
Ibicuí, Pelotas, Camacuã
Os rios que banham o estado pertencem à bacia do Prata
e o principal deles é o rio Uruguai, formado pela junção
dos rios Canoas e Pelotas, na divisa do estado do Rio Grande do
Sul com o estado de Santa Catarina
VEGETAÇÃO: campos (campanha gaúcha) a Sul
e Oeste, floresta troplical a Leste, matas das araucárias
a Norte, mangues litorâneos.
CLIMA: subtropical
Predomina no estado do Rio Grande do Sul o clima subtropical,
sendo que na região do planalto Serrano o clima é
subtropical de altitude, com temperaturas médias inferiores
a 20º C e chuvas abundantes, regularmente distribuídas.
Devido à latitude, na região do pampa gaúcho
as médias térmicas são inferiores a 18ºC
e as chuvas são relativamente escassas. A região
lagunar do litoral caracteriza-se pela escassez de chuvas
MUNICÍPIOS (número): 467 (1996)
CIDADES MAIS POPULOSAS: Porto Alegre, Pelotas, Caxias do Sul,
Canoas, Santa Maria, Novo Hamburgo, Viamão
HORA LOCAL (em relação a Brasília): a mesma
HABITANTE: gaúcho
POPULAÇÃO: 10.187.798 (2000)
DENSIDADE: 36,11 habitantes p/km2
ANALFABETISMO: 6,1% (2000)
MORTALIDADE INFANTIL: 22,2
CAPITAL: Porto Alegre, fundada em 26/3/1772
HABITANTE DA CAPITAL: porto-alegrense
Na composição da economia destacam-se a agricultura
e a pecuária, além de atividades industriais. O
estado do Rio Grande do Sul é tradicionalmente conhecido
como o celeiro do Brasil. Sua produção agrícola
inclui as culturas de soja (5,6 milhões de toneladas);
trigo (905,3 mil toneladas); arroz (4,5 milhões de toneladas);
milho (5,5 milhões de toneladas. Na pecuária destacam-se
as criações de bovinos (13 milhões de cabeças);
ovinos (10 milhões de cabeças); eqüinos (600
mil cabeças); e suínos (3,8 milhões de cabeças).
Existem também reservas minerais no estado, especialmente
cobre e calcário. Em 1992, o volume de exploração
destes minérios chegou a 1,4 milhão e 4,1 milhões
de toneladas, respectivamente. Entre as atividades industriais
do estado do Rio Grande do Sul, destacam-se as indústrias
de couro em geral, calçados, alimentícia, têxtil,
madeireira, metalúrgica e química.
Situado fora do eixo de comércio do Brasil com Portugal,
coube ao Rio Grande o papel vital de fornecer o gado que sustentou
o ciclo do ouro em Minas Gerais e o do charque, que era o alimento
básico dos escravos e da população de baixa
renda das cidades brasileiras. A partir do início do século
XX, coube também ao Rio Grande a função de
"celeiro do país", responsável por uma
fatia significativa da produção agrícola
nacional. A história do Rio Grande do Sul começou
bem antes da efetiva ocupação de seu território
pelos portugueses. Inicialmente, o Estado era uma "terra
de ninguém", de difícil acesso e muito pouco
povoada. Vagavam por suas pradarias os índios guaranis,
charruas e tapes e, vez por outra, aventureiros que penetravam
em seu território em busca de índios para apresar
e escravizar.
Esse quadro
foi modificado com a chegada dos padres jesuítas que, no
início do século XVII, na região formada
pelos atuais estados do Rio Grande do Sul e Paraná, e pela
Argentina e Paraguai, fundaram as Missões jesuíticas.
Nelas se reuniam, em torno de pequenos grupos de religiosos, grandes
levas de índios guaranis convertidos.
As peculiaridades geográficas da área onde atualmente
se encontra o estado do Rio Grande do Sul, dividido em 11 diferentes
regiões fisiográficas, influíram para retardar
a ocupação da terra pelo conquistador europeu. Passado
um século do descobrimento do Brasil, ocorrido em 1500,
a região era quase inteiramente desconhecida pelos portugueses.
Seus campos eram ocupados por três grupos indígenas:
o gê ou tapuia (onde se encontram remanescentes caingangues),
que ocupava a região de "Cima da Serra", onde
hoje se encontram os municípios de Passo Fundo, Lagoa Vermelha,
Vacaria, Bom Jesus e São Francisco de Paula; o pampeano
(charrua, minuano), que vivia no pampa gaúcho e uruguaio
(campos de vegetação baixa, propícios à
criação de gado); e o guarani, que ocupava o litoral,
nas margens da lagoa dos Patos e nas vizinhanças dos grandes
rios.
As Missões Guaranis - A partir de 1626, padres jesuítas
espanhóis começaram a fundar reduções
ou missões (aldeias orientadas pela religião católica,
onde os índios viviam de acordo com os princípios
da cultura ocidental, em comunidades organizadas pelos missionários
jesuítas) na região oeste do território hoje
pertencente ao sul do Brasil, ao Uruguai e à Argentina.
Durante todo o século XVII ocorreram conflitos freqüentes
entre índios e bandeirantes. Os primeiros tinham apoio
dos missionários jesuítas, que desejavam convertê-los
e civilizá-los. Em função desse apoio, diversas
missões foram criadas e destruídas, tendo os índios
sido, por vezes, submetidos a períodos de exílio
forçado de suas terras originais.
No final do século XVII e princípios do século
XVIII, os índios iniciaram um retorno gradual às
terras que antes lhes pertenciam, sempre com o apoio dos jesuítas.
Foram criados nesse período sete povoados, que ficaram
conhecidos como os "sete povos das missões".
A etnia desses povos era variada, predominando traços dos
guaranis. O governo de cada aldeia imitava a organização
das cidades coloniais espanholas, sendo a sociedade dividida em
classes, segundo o ofício.
Artistas eméritos eram considerados em plano social superior,
com prerrogativas quase de nobreza. A agricultura era exercida
coletivamente, não havendo propriedade particular. Os instrumentos
agrícolas utilizados também pertenciam à
coletividade.
O gado, fator primordial para o sustento dessas populações,
era criado em campos (vacarias) afastados das aldeias, onde existiam
boas condições climáticas e gramíneas
de alto poder alimentício. Criavam também cavalos,
ovelhas, cabras, galinhas, porcos, etc.
Dada a facilidade de aprendizagem, não houve problemas
em ensinar aos índios as artes mecânicas em "oficinas"
onde aprendizes trabalhavam sob a orientação de
um "mestre". Todos os artífices trabalhavam para
a comunidade e viviam da produção da comunidade.
Extraía-se a erva-mate e madeira, praticava-se a metalurgia
e criava-se gado. Tendo aprendido a fazer mudas, os índios
plantaram grandes ervais nas proximidades dos povoados. Com a
madeira extraída, executavam obras de arte, especialmente
peças sacras, como imagens, candelabros etc.
Os "sete povos" eram formados pelas aldeias de São
Francisco Borja (1682); São Nicolau (1687); São
Luiz Gonzaga (1687); São Miguel Arcanjo (1687); São
Lourenço Mártir (1690); São João Batista
(1697); e Santo Ângelo Custódio (1707), município
onde hoje podem ser encontradas as ruínas da igreja de
São Miguel, conjunto tombado pela Organização
das Nações Unidas - ONU, como patrimônio histórico
da humanidade.
Enquanto floresciam os sete povos no oeste, o litoral era aos
poucos ocupado pelos portugueses. Em 1680 foi criada a colônia
de Sacramento, às margens do rio da Prata (hoje cidade
de Colônia no Uruguai). Fundada como local de contrabando,
tornou-se um dos centros da guerra de fronteiras travada entre
portugueses e espanhóis durante todo o século XVIII.
Em 1726, os espanhóis fundaram a cidade de Montevidéu,
a leste de Sacramento, também na margem esquerda do Prata,
para diminuir a influência de Portugal na região
e ampliar o controle da navegação no Prata. Depois
de várias tentativas para conquistar Montevidéu,
os portugueses fundaram o Forte Jesus Maria José, em 1737,
atual cidade de Rio Grande, em território brasileiro. Os
conflitos encerraram-se apenas em 1777, com a assinatura do Tratado
de Santo Ildefonso, entre Portugal e Espanha, pelo qual ficou
garantida a soberania espanhola sobre Sacramento e a posse de
Rio Grande pelos portugueses. A região hoje correspondente
ao estado do Rio Grande do Sul teve sua fronteira definida apenas
em 1801, após a assinatura do Tratado de Badajoz.
A partir de 1824, começaram a chegar levas de imigrantes
alemães para a região, o que diversificou a economia,
antes baseada nas grandes estâncias de gado de corte. Os
imigrantes instalaram-se em pequenas propriedades rurais, com
produção agrícola diversificada, que passou
a abastecer o estado e ser exportada para as regiões vizinhas.
Na parte sul do estado desenvolveu-se a charqueada.
No século XIX, ocorreram ainda várias rebeliões
no Rio Grande do Sul. A mais longa delas foi a Guerra dos Farrapos,
produto de divergências entre defensores de ideais republicanos
e federalistas. Durou dez anos (1835-45). A pacificação
do estado, após outras lutas civis, só ocorreu a
partir de 1928, com o governo de Getúlio Vargas, que mais
tarde viria a ser presidente do Brasil.
Região Serrana - Nas proximidades da cidade de Porto
Alegre encontram-se as cidades de Gramado e Canela, muito procuradas
por turistas de todo o país, por suas belezas naturais
e os traços característicos da colonização
alemã. Gramado está localizada a 825 metros de altitude
e tem população de 23.094 habitantes. O clima é
ameno, com temperaturas que podem chegar a alguns graus negativos
no inverno. Canela encontra-se a 837 metros de altitude e sua
população é de 31.109. Em Gramado ocorrem
alguns dos principais eventos culturais do país, como o
Festival de Cinema Nacional e o Festival Internacional de Publicidade.
A cidade é conhecida pelo requinte de sua culinária
e por sua paisagem natural, que inclui lagos (lago Negro e lago
Joaquina Rita Bier), um parque municipal, cascatas, etc. Há
ainda uma cidade miniatura - o Minimundo - com reproduções
de castelos e casas em estilo europeu, trens e até luz
elétrica. Em Canela o clima pode ser mais frio no inverno,
chegando a temperaturas de -5ºC a +25ºC. O estilo das
casas é europeu, com jardins onde podem ser encontradas
flores variadas e bem distribuídas. No caminho entre Canela
e Gramado encontra-se o Parque Caracol, que possui uma cachoeira
com queda de 131 metros, bosques de vegetação tropical
e subtropical, além de um rio, o rio Caracol, no qual existem
praias e pequenas cascatas. O local é um atrativo turístico
muito desfrutado por visitantes de todas as partes do país
e do exterior. No caminho para o parque, a 3 km da cidade de Canela,
há uma araucária (pinheiro do Paraná) de
700 anos de idade, com 42 metros de altura. Ainda na Serra Gaúcha
outras atrações chamam a atenção dos
visitantes: o vale da Ferradura, uma formação de
canyon cortada pelo rio Santa Cruz que forma linda cachoeira no
local e as exuberantes paisagens de São José dos
Ausentes e do Parque Aparados da Serra.
Vinicultura - Tendo encontrado clima propício ao
desenvolvimento da vinicultura, os imigrantes italianos que começaram
a chegar ao Rio Grande do Sul a partir de 1875, introduziram esse
tipo de cultivo no estado, desencadeando o processo de produção
artesanal de vinho. Hoje, a história da vinicultura nacional
confunde-se com o processo de colonização da região
nordeste do Rio Grande do Sul (Serra Gaúcha), que é
a maior produtora de vinho do país, especialmente nas cidades
de Caxias do Sul, Farroupilha, Antonio Prado, Flores da Cunha,
Bento Gonçalves, Garibaldi, Carlos Barbosa, Nova Milano,
Nova Roma, São José do Ouro, São Marcos e
Veranópolis.
A partir de meados de 1970, a indústria vinícola
no Rio Grande do Sul passou por um processo de modernização
que resultou em mudanças significativas no elenco varietal
da produção de uvas do estado. O Centro Nacional
de Pesquisa de Uva e Vinho (CNPVU) da Embrapa, localizado em Bento
Gonçalves, vem trabalhando há mais de dez anos em
um programa que envolve a seleção de plantas no
campo, formação de clones, técnicas de indexagem
em casa de vegetação, testes sorológicos
em laboratório e termoterapia, com o objetivo de obter
matrizes livres de doenças disseminadas nos vinhedos. Como
resultado do programa, a Embrapa dispõe hoje de oito hectares
de matrizes certificadas de mais de 80 cultivares, que forneceram,
em 1994, material vegetativo para 1 milhão de mudas. No
que se refere à produção de uvas de mesa
no estado do Rio Grande do Sul, houve aumento considerável
do cultivo de castas finas. Entre as castas brancas são
mais cotadas as variedades riesling itálico e renano, chardonnay
e gewurztraminer. Nos tintos, predomina o cabernet sauvignon,
cabernet franc e merlot. Em 1994, foram comercializados 43.294.350
litros de vinho no Rio Grande do Sul, o que corresponde a 91%
da produção nacional.
A Revolução Farroupilha - Durante a fase
inicial da colonização alemã, um fato iria
abalar a política e a economia do Rio Grande, causando
reflexos políticos no centro do país e até
nos países vizinhos. Foi a Revolução Farroupilha,
que durou de 1835 a 1845. Deflagrada pelos gaúchos, que
não aceitavam a situação de subordinação
a que o governo central submetia o Rio Grande, a Revolução
tinha a intenção de proclamar uma república
independente, e levava, para o Sul do continente, os ideais de
liberdade em voga então na Europa.
Também chamada de Guerra dos Farrapos, a revolução
só foi contida com muita dificuldade pelo governo central,
que precisou enviar grande parte do exército brasileiro
para o Rio Grande do Sul. Ao final, ciente das dificuldades que
a guerra estava causando - e preocupado com a eventualidade de
uma guerra iminente com a Argentina -, o governo brasileiro terminou
por estabelecer um acordo com os revoltosos, garantindo que nenhum
deles seria punido e que os oficiais que participaram da revolução
seriam reintegrados ao Exército Brasileiro.
A revolução significou uma pausa de dez anos no
desenvolvimento econômico do Rio Grande. Mas, por outro
lado, garantiu ao Estado um grau de respeitabilidade política
que nunca antes fora alcançado por qualquer outro Estado
além de Rio de Janeiro e São Paulo, onde se encontravam
as forças econômicas que governavam o país.
Em 1875 começaram a chegar ao Rio Grande imigrantes italianos.
Como as terras da proximidade da capital já estavam ocupadas
pelos alemães, foram encaminhados para a região
da Serra. E, aos poucos, se desenvolveu o eixo básico de
industrialização do Estado, que liga a capital a
Caxias do Sul - esta a cidade-pólo da região de
imigração italiana -, passando pelo Vale do Sinos,
a região de colonização alemã. Esse
eixo tornou-se vital para o desenvolvimento industrial gaúcho
(como é chamado o povo do Rio Grande do Sul). Durante este
século, a situação econômica do Estado
passou por uma progressiva transformação. No campo,
a diversificação agrícola avançou.
Novos cultivos, como o arroz, foram introduzidos. Na década
de setenta, o boom da soja levou um produto agrícola gaúcho
ao mercado internacional. Paralelamente, a pecuária perdeu
a condição de atividade primária única.
A atividade industrial, nascida do artesanato dos imigrantes,
se desenvolveu em um ritmo crescente. O eixo Porto Alegre - Caxias
se transformou na área de maior concentração
industrial do Estado. No Vale do Sinos, cresceu a indústria
calçadista, que se tornou uma das locomotivas da exportação
da indústria brasileira de manufaturados. Essa condição
foi mantida até o início da década de 90,
quando a produção calçadista chinesa começou
a ameaçar a indústria calçadista nacional.
Em Caxias do Sul, os setores mecânico e metalúrgico
ganharam relevância. A região de colonização
italiana se transformou numa grande fornecedora de peças
e componentes para a indústria automobilística nacional.
O crescimento
industrial não significou, contudo, o abandono da agricultura.
O Rio Grande do Sul continua sendo considerado, juntamente com
o Paraná, como o Estado celeiro do país, responsável
pela maior produção nacional de grãos. De
um Estado que se encontrava à margem da economia brasileira,
o Rio Grande se transformou em uma das bases dessa economia.
Fontes:
IBGE / República
Federativa do Brasil / Governo
do Estado do Rio Grande de Sul
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Turismo
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O
Rio Grande do Sul é um dos mais consistentes e qualificados
destinos brasileiros, centrado principalmente da diversidade e na
preservação da cultura e das tradições;
com elemento das mais diferentes etnias, na exuberância de sua
natureza, na altíssima referência tecno-científica
e profissional e no alto nível de infra-estrutura disponível.
O Estado possuí expressividade não só no turismo
de lazer mas também no turismo de negócios e eventos,
hoje um dos segmentos mais disputadosno mundo. O nível de maturidade
do turismo gaúcho pode ser facilmente indentificado na integração
espontânea de municípios dentro da mesma região
ou com mesma indentificação cultural em cooperativas
e agências de desenvolvimento compostas tanto pelo poder público,
quanto pela iniciativa privada, em especial as Agência de turismo,
qua despontam em todas as partes do Estado.Tais entidades tem a função
de cooperativar ações de promoção, divulgação
do potencial turístico, formação de produtos,
qualificação de mão-de-obra, integração
de roteios e atração de investimentos.
Novos produtos com grande potencial de mercado, surgem no Estado com
forçae organização exemplar: o turismo rural,
com qualificação das tradicionais estâncias gaúchas
para atendimentos de turistas; o turismo de aventura e ecológico,
uma das grandes tendências mundiais que tem no Estado iniciativas
pioneiras tais como a regulamentação da prática
das atividades; o turismo religioso, já amplamente praticado
pela população; o turismo histórico-cultural
que tem o seu ápice nas Missões Jesuíticas- Patrimônio
da Humanidade.
Enfim, um Estado para todos os gostos, para todos os bolsos, para
todos os interesses, que acolhe sempre com muito carinho quem por
aqui passa.
Fonte; Portovan Transporte e Turismo - www.portovan.com.br
Repleto de atrativos
naturais, o Rio Grande do Sul é um estado brasileiro onde
o turismo pode ser feito de janeiro a dezembro. Isto porque a sua
geografia, aliada ao fato de possuir as quatro estações
do ano bem definidas , propicia alternativas para as diversas modalidades
turísticas. Diante desta realidade, o RS oferece, hoje, estrutura
e opções segmentadas de turismo como o ecológico,
rural, náutico, esportivo, pesca, saúde, cultural,
religioso, entre outros.
De sua capital,
Porto Alegre, ao interior, passando pela Região da Serra,
Litoral Norte, Costa Doce (também conhecida como Mar de Dentro),
Litoral Sul, Região das Missões, Zona dos Vales, Região
Central (chamada de Coração do Rio Grande), Pampa
e Região das Hidrominerais, a natureza do Rio Grande do Sul
se eleva e estende-se generosa e deslumbrante. Vigiando com o máximo
carinho e cuidado a riqueza natural desta Terra estão os
seus habitantes, resultado de vários grupos étnicos,
com seus sentimentos apurados pela História, sua sensibilidade
e sentido natural de hospitalidade.
Quanto a sua localização, o RS está situado
numa posição estratégica em relação
aos países do Mercosul, bloco formado pelo Uruguai, Argentina,
Paraguai e Brasil. Os principais eixos rodoviários que ligam
estes países passam pelo Estado. O porto de Rio Grande favorece
o escoamento de produtos brasileiros para os países vizinhos.
O Estado tem as fronteiras brasileiras mais extensas com os países
do Prata: 1.003 km com o Uruguai, ao Sul, e 724 km com a Argentina,
a Oeste. Ao Norte, o Rio Grande do Sul faz divisa com o Estado de
Santa Catarina ao longo de 958km; a Leste, com o Oceano Atlântico,
numa extensão de 622km.
Ao conhecer a geografia do RS, o visitante poderá perceber
a exuberância de suas paisagens, relacionar-se com uma cultura
diversificada através suas tradições, folclores,
gastronomia e, ao mesmo tempo, experimentar uma rara sensação
de intimidade com a vida.
Fonte: SETUR - Secretaria de Estado do Turismo do Rio Grande
do Sul
Links Interessantes:
SETUR -
Secretaria de Estado do Turismo do Rio Grande do Sul
Governo do
Estado do Rio Grande do Sul
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